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Looks Oscar 2019

No último domingo de fevereiro dia 24 de fevereiro aconteceu em Los Angeles a cerimônia anual do Oscar, a premiação que é a mais importante do mundo cinematográfico foi esperada durante semanas e é sempre garantia de looks que valem muitos milhares de dólares, afinal não há apenas as roupas de grife mais também as joias caríssimas.

Logo nada mais justo que como fiz com todas as premiações escolher os dez looks que eu mais gostei e que se tivesse alguns milhões na conta bancária também usaria. Algo incrível que aconteceu foi que Lady Gaga usou o diamante amarelo Tiffany que foi usado anteriormente por Audrey Hepburn e não era visto há mais de 30 anos.

1- Regina King
Entertainment News - February 25, 2019
2- Lady Gaga
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3- Laura Harrier
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4- Angela Bassett
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5- Constance Wu
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6- Brie Larson
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7- Jenniffer Lopez
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8- Emilia Clarke
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9- Billy Potter
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10- Chadwick Boseman
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Espero que tenham gostado, então comentem aqui qual foi o seu look favorito.
Queria avisar que a partir deste momento é provável que o blog tenha menas postagens, já que estou no último ano da faculdade e nesse penúltimo período estou tendo matérias que exigem bem mais atenção do que as outras. Peço desculpas, mas podem ter certeza que sempre que puder estarei por aqui.

Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

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Publicado em Entrevistas

Entrevista com: Andie P.

Ter tido a ideia de realizar essas entrevistas foi uma das coisas mais legais que fiz, não por “preencher” um espaço no blog mais sim por ter a oportunidade de conhecer um pouquinho mais sobre essas escritoras que eu tanto admiro. Andie é uma autora de 26 anos que faz parte da considera “elite” das fanfics, que são as autoras que começaram a escrever tendo como personagens os membros da banda Mcfly, seu talento inegável proporcionou que ela publicasse “Psicose” como livro físico e atualmente reveza a vida jurídica com sua atual história Desvio de Conduta.

Então acompanhe a entrevista abaixo e conheça mais um pouquinho da talentosa Andie.

1- Quando começou a sua carreira como escritora?
R: Não sei se posso dizer se tenho uma carreira como escritora, mas comecei a escrever fanfics do Simple Plan quando tinha uns 14, 15 anos, lá em 2006.

2- Em algum momento você pensou que teria um alcance tão grande com suas criações?
R: Sempre sonhei com isso, e ainda sonho, mas certeza a respeito de tudo o que eu escrevi nunca tive, por isso o alcance é sempre uma surpresa. Acho que nunca vou me acostumar com isso.

3- Existe algo que te faça não gostar de ser escritora? (Digo isso pensando nas pessoas que cobram atualizações e tals)
R: Acho que a cobrança que eu faço de mim mesma é algo que me atrapalha, não a cobrança externa dos leitores. Eu aumento as expectativas de uma forma que me deixa tão ansiosa, que nem consigo escrever às vezes, isso é péssimo e algo sobre o que eu gostaria de ter mais controle.

4- As fanfics sobre o McFly são até hoje consideradas as melhores já feitas, afinal as Galaxy Defenders sempre conseguem se superar com enredos surpreendentes. Como é pra você saber que faz parte disso?
R: Eu me sinto muito feliz, não só porque contribuí um pouquinho com um número tão vasto de fanfics de muita qualidade, mas porque elas me inspiraram a escrever, a me apaixonar de novo pela leitura.

5- Psicose é uma história super conhecida e que na minha opinião é única, visando que nunca achei uma fanfic que abordasse o mesmo assunto tão maravilhosamente bem quanto você. De onde surgiu a ideia de criar uma história que teria como cenário um manicômio?
R: Ah, muito obrigada pelo elogio, eu fico imensamente feliz! Então, eu não estava caçando uma ideia para história que se passasse em um manicômio, em termos normais, fanfics passavam muito longe disso. Mas, um belo dia, eu estava assistindo a Ilha do Medo, aquele filme com o Leonardo DiCaprio, e logo nas cenas iniciais o Corey surgiu na minha mente, então a Melissa, e depois tudo estava planejado. Em cinco minutos. Foi a melhor ideia relâmpago da minha vida.

6- Uma característica sua que eu percebo é como suas criações fogem do que é comum e clichê no mundo das histórias\fanfics. Como é o seu processo de criação? Normalmente você cria um objetivo de história e ai vai incrementando ou simplesmente surge a ideia?
R:
Eu amo romances fofos e clichês que geralmente só contam a história do casal e vários dramalhões no meio, mas nunca consegui escrever nada parecido com isso. Porque também amo suspenses de investigação, de máfia, amo histórias de terror. Então eu meio que tento incluir todas as minhas paixões no que eu vou escrever. Psicose surgiu do nada, como eu disse antes, Dark Knight surgiu porque eu estava assistindo a um episódio da série True Blood e estava completamente apaixonada pelo personagem do Alexander Skarsgard, que era um vampiro meio maníaco, Desvio de Conduta veio porque eu simplesmente decidi que meu amor por histórias de máfia tinha que ser trazido ao mundo de alguma forma.

7- Em “Desvio de Conduta” a personagem frequenta o curso de Direito em Harvad. Você como uma escritora formada em Direito conseguiu ter mais facilidade por escrever sobre algo que de certa forma você vivenciou?
R: De certa forma, sim, mais pela vida na universidade e os objetivos da carreira jurídica da Madison. De outro lado, o Direito brasileiro não tem nada a ver com o Direito norte-americano, então eu tive que fazer algumas pesquisas mais detalhadas para as partes que demandavam essas questões.

8- Como pensou no final de lobotomia? Já cansou de explicar o final para os leitores recentes?
R: O fim de Lobotomia foi pensado quando eu já estava na metade de Psicose. Eu sabia como a primeira parte terminaria, e quando cheguei no meio, percebi que precisava continuar, porque muita coisa seria deixada de lado. Foi então que surgiu a ideia de trazer mais um personagem além do real assassino, que é quem teria a ideia por trás de tudo. No milésimo de segundo seguinte, eu soube que esse outro personagem tinha que ser alguém que já fizesse parte de toda a trama. E como eu tenho uma queda por finais chocantes que de vez em quando nem dá pra entender, a resolução com a dupla personalidade foi a melhor delas. Eu explico com frequência o final, já pensei em adicionar um capítulo só pra explicar, mas tudo bem, faz parte, hahahaha.

9- Qual foi a sensação de ver suas histórias como livros físicos?
R: Eu amo livros, eu amo livros novos, eu amo pegar o livro e cheirar o livro, então, quando pude fazer isso com a minha história, foi um dos momentos mais mágicos de toda a minha vida. De vez em quando eu olho pra minha estante e dá um orgulho de ver que tem meu nome na lombada do livro.

10-Pensa em publicar suas histórias em livro físicos novamente?
R: Admito que eu tenho preguiça de procurar editoras, porque já tomei muito na cabeça, e, regra geral, eu tô sempre achando que a história não é boa o bastante. Mas, em algum momento, se conseguir fazer algo independente, acho que seria a minha saída.

EXTRAS 

– Se pudesse entregar para o Mcfly uma de suas histórias que antes eram fanfics qual entregaria?
R: Psicose, com certeza, Danny Jones tem uma parte importante na criação do Corey.

– Se tivesse a oportunidade de viver apenas da sua escrita, aceitaria ou ainda gostaria de ficar na área de Direito?
R: Ah, eu aceitaria sem pensar duas vezes. Eu amo Direito (é estranho, eu sei, mas é verdade), e alcançar meus objetivos na área jurídica seria maravilhoso, mas poder escrever pelo resto da vida me faria muito mais feliz. E realizada.

– O que o McFly significou e significa pra você?
R: Se eu estou empacada em alguma cena, de qualquer tipo, é só colocar McFly pra tocar que a coisa anda. Não sei, eles tocam a minha inspiração de uma forma sobrenatural, talvez porque tenha um tom nostálgico, de quando eu era adolescente e podia escrever fanfic o dia todo ouvindo Wonderland, sabe? Eu devo muito da minha inspiração a ele, de momentos felizes quando fui aos shows, de momentos de coração calmo quando ouço a voz do Danny. Ainda não superei que faz 10 anos que a porcaria do álbum 6 tá pra sair, mas Galaxy Defender stay forever, então estamos no aguardo, hahaha.

 

 

Segue abaixo o link com todas as histórias da Andie disponíveis no Wattpad:

1-Psicose (Livro I)
2-Lobotomia (Livro II)
3-Dark Knight
4-Dark Knight 2 – Revenge
5*-Desvio de Conduta

*A história que possui este símbolo ainda está em andamento.

Espero que tenham gostado, comentem o que acharam e indicam autoras para que eu entre em contato com as mesmas.

Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

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Oscar 2019

Ocorreu no último domingo dia 24 de fevereiro a cerimônia anual do Oscar, a premiação organizada pela “Academia de Artes e Ciências Cinematográficas” ocorre desde 1929 e teve neste ano sua 91 edição. Seu indicados e vencedores são escolhidos pelos membros da Academia, a estatueta possui o formato de um cavaleiro segurando uma espada verticalmente na frente de seu corpo sobre um pedestal em rolo de filme e é sem dúvidas um “presente” que somente os grandes artistas possuem.

O Oscar desse ano obteve muitas polêmicas antes de sua cerimônia, a começar pelo anúncio de Kevin Hart como apresentador que ao ter comentários inaceitáveis em suas redes sociais teve a academia deixando claro que ele só apresentaria a premiação se o mesmo se desculpasse, coisa que ele não fez fazendo com que a cerimônia não tivesse pela primeira vez em trinta anos um anfitrião. Outra polêmica foi que inicialmente a Academia tinha a intenção de entregar prêmios durante os intervalos e de não entregar as categorias técnicas durante a cerimônia, no entanto, a intenção foi duramente criticada fazendo com os mesmos voltassem atrás.

A cerimônia em si conseguiu correr bem e manter nossa atenção mesmo não tendo o tão comum apresentador que faz com que tudo flua muito mais agradavelmente, a premiação foi marcada por discursos empoderados, com críticas ao atual presidente dos Estados Unidos e as diversas formas de rebaixamento que ainda h á contra mulheres, negros e imigrantes dentro da indústria. Um fato que deve ser exaltado e muito bem apreciado é a forma como a Academia finalmente parou de dar todos os prêmios para o mesmo filme, nas cerimônias anteriores era de praxe ver o filme que se tornava o ganhador de “Melhor Filme” levando grande parte das principais categorias também mesmo que outros fossem melhores.

Isso é demonstrado no fato de que há dez anos atrás “Quem quer ser um milionário?” foi indicado em dez categorias levando oito, enquanto este ano o filme “Roma” foi indicado em dez categorias levando três. O grande vencedor da noite foi Bohemian Rhapsody que levou quatro estatuetas, apesar de ser um filme bom temos que ser justos pelo fato de não ter merecido ser o vencedor, principalmente da categoria de “Melhor Edição” já que o filme possui enormes erros de cortes de cena além de deixar o espectador confuso por ir e voltar no tempo, outra categoria absurdamente injusta foi a de “Melhor Edição de Som”, afinal tendo como concorrente o filme “Um Lugar Silencioso” foi meio absurdo ter ganhado. Outro fato é que Rami Malek levou o prêmio de “Melhor Ator”, o ator fez sim um trabalho incrível mais ninguém que tenha assistido Bohemian e Vice pode negar que Christian Bale era a pessoa que deveria ter levado o prêmio.

Apesar disso tudo nada tira a beleza da cerimônia e a felicidade dos grandes vencedores, temos que enaltecer e comentar sobre a impecável performance de Lady Gaga e Bradley Cooper ao cantarem a música Shallow, já é comum que todas as músicas indicadas a cação original se apresentem mais ninguém pode negar que quando esses dois subiram ao palco deram um verdadeiro show de química, vocal e de enaltecer a música que ambos ajudaram a compor.

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Segue abaixo a lista de todos os vencedores para que você também perceba como este ano tivemos diversos ganhadores.

Melhor Filme: Green Book: O Guia
Melhor Atriz: Olivia Colman – A Favorita
Melhor Ator: Rami Malek – Bohemian Rhapsody
Melhor Diretor: Alfonso Cuarón – Roma
Melhor Ator Coadjuvante: Maheshala Ali – Green Book
Melhor Atriz Coadjuvante: Regina King – Se a Rua Beale Falasse
Melhor Animação: Homem-Aranha no Aranhaverso
Melhor Filme Estrangeiro: Roma – México
Melhor Roteiro Original: Green Book: O Guia
Melhor Roteiro Adaptado: Infiltrado na Klan
Melhor Trilha Sonora: Pantera Negra
Melhor Canção Original: Shallow – Nasce uma Estrela
Melhor Documentário de Longa-metragem: Free Solos
Melhor Mixagem de Som: Bohemian Rhapsody
Melhor Edição de Som: Bohemian Rhapsody
Melhor Curta de Animação: Bao
Curta-metragem Live Action: Skin
Melhor Documentário de Curta-metragem: Period. End of Sentence
Melhor Edição: Bohemian Rhapsody
Melhor Direção de Arte: Pantera Negra
Melhor Fotografia: Roma
Melhor Efeitos Visuais: O Primeiro Homem
Melhor Figurino: Pantera Negra
Melhor Maquiagem e Penteados: Vice

A grande polêmica,  foi o filme “Green Book: O Guia” ter levado a estatueta de “Melhor Filme”, sei que existem grandes fatos históricos que tornam com que esse filme levar o Oscar seja de certa forma uma ofensa na vida de milhões, não sou uma especialista do assunto e falando sinceramente assisto há anos cada filme do Oscar tentando sempre separar a história de cada filme da história real do mundo. Green Book conta uma história real onde um pianista negro viaja em turnê com um motorista branco e ao longo de toda a viagem ambos mudam suas visões sobre a vida, a realidade é que sim no filme o motorista ajuda o  artista a se reconhecer como o negro que é, mesmo que o pianista fale diversas vezes como é julgado por não ser como seus “irmãos”. Como uma amante da sétima arte e uma pessoa que ama o Oscar digo que sim, Green Book mereceu o prêmio, afinal o filme flui e te envolve de tal forma que você sente como se estivesse viajando com eles ali dentro daquele carro, um roteiro impecável e atuações que encantam, então sim gente apesar de toda a minha torcida por “A Favorita” e as polêmicas existentes digo que como um filme Green Book mereceu sua estatueta.

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O Oscar nunca vai ser um premiação sem polêmicas, porque é impossível agradar a opinião de todos, aposto que existem pessoas que torciam para que Bohemian Rhapsody ganhasse a principal categoria mesmo o filme sendo uma bagunça de edição, acredito que muita gente que não viu os outros filmes estão criticando sem ter ideia como cada indicado tem seu potencial para ser o melhor filme do ano. Acompanhar premiações é aprender que apesar de torcer nem sempre é seu favorito que vai vencer, podemos sim criticar e ficar com raiva, mas temos que lembrar que a academia só vai mudar algo se ela quiser, ela vem sendo a principal organização em reconhecimento do mundo cinematográfico há mais de 90 anos então mesmo que milhares não concordem a sua decisão é a que vai ser seguida, até porque o prêmio é dela.

Espero que tenham curtindo e aproveitado essa temporada de premiações tanto quanto eu, comentem aqui o que acharam da premiação como um todo e o que esperam para a indústria do cinema deste ano.

Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

 

 

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10 Melhores filmes dos últimos dez anos

O Oscar é uma premiação que ocorre há 75 anos e ao longo das décadas houveram milhares de atores, diretores, produtores, roteiristas e diversas outras profissões sendo reconhecidas por seus incríveis trabalhados dentro do mundo cinematográfico. No entanto, não se pode negar que o prêmio mais esperado anualmente é o de “Melhor Filme”, a categoria que presenteia o elenco e todos da equipe principal de produção por terem feito o melhor filme do ano em toda a indústria cinematográfica.

A premiação sempre foi mundialmente conhecida mais com a globalização ela tornou-se além de uma honra aos ganhadores um verdadeiro espetáculo para quem a assiste, para os que como eu são amantes das temporadas de premiação se torna uma forma de ser parte da premiação, ter como assistir todos os que concorrem e ter sua própria opinião de quem são os merecedores mesmo que os críticos não concordem.

Nos últimos 10 anos tivemos uma grande variedade de estilos de filmes ganhando o prêmio principal desta cerimônia, então nesta véspera de Oscar vamos passear pelos “10 Melhores filmes dos últimos dez anos”, quem sabe vendo a lista você consegue reparar as semelhanças de alguns com os atuais indicados?

2009 – Quem quer ser um milionário?
quem-quer-ser-um-milionarioO filme mundialmente conhecido conta a história de Jamal um jovem indiano com uma infância extremamente difícil, mas são as lembranças de todas as dificuldades que ele passou que fazem com que o mesmo avance em cada pergunta do jogo que nomeia o filme. Quem Quer Ser um Milionário concorreu a dez Oscars, vencendo oito.

2010 – Guerra ao Terror
iraque-soldado-eua-originalO filme conta a história de um grupo de soldados americanos no Iraque que contam os dias para voltar pra casa, no entanto os dias que eles esperavam que passassem rapidamente acabam se tornando dias de terror graças aos atentados com IEDs.
Guerra ao Terror concorreu a nove Orscas, vencendo seis.

2011- O Discurso do Rei
kings-speech-600x400O filme conta a história do Jorge VI que contrata um fonoaudiólogo para lhe ajudar a superar a gagueira, os dois tornam-se amigos trabalhando para que o rei consiga fazer um importante discurso no rádio no começo da Segunda Guerra Mundial.
O Discurso do Rei concorreu a doze Oscars, vencendo quatro.

2012- O Artista
size_960_16_9_o-artista5O filme francês se passa na antiga Hollywood contando a história de um ator em declínio e uma atriz em ascensão enquanto o cinema mudo sai dando lugar ao cinema falado, é importante destacar que o próprio filme “O Artista” é um filme mudo e totalmente em preto e branco.
O Artista concorreu a dez Oscars, vencendo cinco.

2013- Argo
argo-aeroporto-600x400O filme conta a história de quando a embaixada norte-americana foi invadida e 1979 por militares islâmicos, seis americanos conseguem sair da embaixada trazendo a CIA a difícil missão de resgata-los. O plano da agência acaba sendo por meio de uma falsa equipe de produção de um filme de ficção científica, chamado Argo.
Argo concorreu a sete Oscars, vencendo três.

2014- 12 Anos de Escravidão
15423991765bef24c84b8cd_1542399176_3x2_lgO filme conta a história de um negro livre que acaba sendo sequestrado em 1841 e sendo vendido como escravo, ele acaba se tornando refém daquela situação e é escravizado por 12 anos até conseguir sua liberdade. “12 Anos de Escravidão” é baseado na autobiografia de Solomon Northup, o filme concorreu a nove Oscars e venceu três.

2015 – Birdman
birdman_h6aoyphO filme conta a história de um ator que fez muito sucesso interpretando o Birdman, um super-herói que se tornou ícone cultural. Sua carreira começa a decair quando ele se recusa a fazer o quarto filme do herói, com a ideia de voltar a ser reconhecido ele decide concretizar um consagrado texto da Brodway, sem imaginar tudo que ocorreria em meio a essa produção. Birdman concorreu a nove Oscars, vencendo quatro.

2016 – Spotlight
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O filme conta a história de uma equipe do jornal The Boston Globe especializada em investigações que geram reportagens de extrema importância, com a mudança de editor do jornal surge a ideia de fazer uma investigação sobre casos de abuso realizados por padres da igreja católica com em sua grande maioria crianças carentes que obtinham ajuda da igreja. Spotlight concorreu a seis Oscars, vencendo dois.

2017 – Moonlight
000d91eb-800O filme conta a história da vida de Chiron em três partes, começando no dia em que fugindo de um bando de garotos é acolhido pelo traficante Juan, partindo depois para a adolescência do mesmo e suas constante luta para descobrir que realmente é, na terceira parte temos o Chiron adulto que tornou-se um traficante e tenta de alguma forma se redimir pelas atitudes que teve ao longo da vida.
Moonlight concorreu a oito Oscars, vencendo três.

2018 – A Forma da Água
formadaagua_2-750x380O filme conta a história de uma zeladora em um laboratório experimental secreto do governo, enquanto exerce suas funções a mesma acaba conhecendo e se afeiçoando a uma criatura mantida presa no local decidindo elaborar e um arriscado plano de fuga.
A Forma da Água concorreu a treze Oscars, vencendo quatro.

2019 – Esse ano oito filmes concorrem a categoria mais esperada da noite, são eles:
Pantera Negra, Infiltrado no Klan, Bohemian Rhapsody, A Favorita, Green Book – O Guia, Roma, Nasce uma Estrela e Vice.

Todos esses filmes são incríveis e como uma pessoa que assistiu todos eles posso dizer que existem diversas semelhanças entre alguns deles e os últimos dez ganhadores citados acima, no entanto, acredito que sempre há um que gostamos mais ou que apreciamos e desejamos que ganhe. Com isso digo que minha aposta para o grande escolhido da noite é que Roma ou A Favorita será o coroado Melhor Filme do ano.

Qual a aposta de vocês? Curtam e comentem aqui.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

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Resenha: Céu Sem Estrelas

Desde o começo desse blog percebi o quão difícil é fazer uma resenha, não importa se essa resenha é de um livro que você ame e já tenha lido diversas vezes ou de um livro que você achou horrível, desejando apenas ressaltar o que o torna tão ruim. Fazer uma resenha é difícil porque resumir um livro é difícil, isso se torna ainda mais trabalhoso quando é um livro que toca no fundo da sua alma e que contém assuntos tão importantes em si.

IMG_20190221_192050866.jpgO livro “Céu Sem Estrelas” conta a história de Cecília uma jovem universitária que é fora dos padrões impostos pela sociedade e tem problemas, muitos problemas na sua vida. A Iris conseguiu através desse livro ser a voz de milhares de meninas que se sentiam invisíveis, conseguiu abordar diversos problemas existentes e que são de certa forma ignorados pela sociedade.

Fazer essa resenha não foi fácil, por isso tenho a total certeza de que a mesma não vai ser a melhor sobre este livro e muito menos a melhor que já fiz, mas é isso que acontece quando um livro te toca de tal forma que fica até difícil descrever.

Resenha:
A história gira ao redor de Cecília uma jovem universitária que possui um emprego em uma livraria de um shopping e mora com sua mãe, a menina que desde sempre possuiu problemas com sua mãe acaba tendo uma notícia que resultaria em um enorme conflito entre ambas em seu aniversário de 18 anos, tentando pensar numa solução a menina acaba mentindo por mais tempo que deveria e sendo caguetada por seu padrasto.

Graças a isso entra numa discussão com sua mãe que a manda para a casa de sua avó, coisa que a mesma já fez outras vezes, decidida a começar a enfrentar os conflitos de sua vida de forma diferente Cecília acaba pedindo abrigo a Iasmin sua melhor amiga desde o colégio. A partir daí Cecília começa a dividir seu teto com a amiga e o irmão da mesma, Bernardo o menino que é seu crush desde sempre.

Dada a situação Cecília começa a se aproximar do menino de uma forma que nunca imaginou possível, no entanto, essa aproximação dura pouco já que o acontecimento de um dia faz com que ela vá para casa de sua avó e corte qualquer tipo de contato com quem até então estava conquistando seu coração. Voltando para a casa de sua avó Cecília passa a viver uma vida focada em ir para as aulas e voltar para a casa, tentando a todo custo não decepcionar sua avó mesmo que isso exija que a mesma use roupas que escondam suas cicatrizes em busca de fugir da dor interna.

A menina que vem sendo quebrada ao longo de sua vida busca em uma iniciação cientifica de sua faculdade algumas horas onde sua mente estará focada em coisas que não são seus problemas, ela só não imaginava que como colega teria Bernardo um dos causadores da intensa dor que possui. Com a convivência Bernardo consegue finalmente conversar e se explicar para a menina, logo ambos tentam aos poucos reconstruir o que tinha sido quebrado, um belo dia a menina não aparece para o trabalho e Bernardo preocupado vai até sua avó descobrindo que a menina havia enganado a mesma e sumido, com a fuga todos percebem que a menina precisa de ajuda e Cecília após essa intensa situação percebe que apesar de tudo não está sozinha.

Esse livro é um exemplo de representatividade por diversas razões, não apenas por possuir uma protagonista gorda mais também pela mesmo possuir uma melhor amiga cadeirante, uma outra amiga que possui uma imensa capacidade de ser a melhor estagiária de direito mais não é aceita em nenhum lugar por possuir um cabelo que não é bem visto. Dentro do livro é abordado problemas como ansiedade, relacionamento abusivo, gordofobia, a vida universitária, automutilação e etc.

A Iris conseguiu dentro de uma história falar sobre a situação de milhares, ela que já tinha a minha admiração conseguiu me conquistar ainda mais, é extremamente importante que exista no mundo literário histórias feitas por escritores brasileiros abordando assuntos que nossa sociedade continua a ignorar..

Espero que tenham gostado, curtam e comentem aqui se já leram ou me indiquem livros.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

Publicado em Escreva por amor

O Vazio

Vazio: Que não contém nada (ou contém apenas ar) ou quase nada.

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Sentir-se vazio nunca foi algo que eu soubesse descrever, acontecia de vez em quando, do nada eu percebia que encarava um ponto avulso e percebia que não havia nada em mim simplesmente nada que me despertasse interesse, nada que eu quisesse fazer, nada para ver e ninguém para me fazer sentir algo. Era só vazio.

Antes eu não conseguiria descrever isso como acabei de fazer, mas quando algo se torna mais frequente em sua vida você acaba aprendendo mais sobre ele mesmo não o querendo por perto. Existem momentos em que estou tão perdida em mim mesma que o vazio acaba se tornando um refúgio que eu aceito e agradeço, porque existem momentos em que eu queria conseguir me livrar de mim mesma.

Um fato interessante é que não importa se você está rodeada de várias pessoas que são da sua família, não importa se tem amigos que você sabe que se importam com você, porque mesmo com isso você continua sozinha, você continua sendo a única que não tem companhia numa sexta à noite, você continua a única que possui tantos personagens sufocados em sua mente sem saber como tira-los dali, não importa o quanto o seu redor esteja bom se o seu interior está perdido. Então quando tudo isso fica explicito em minha mente eu sinto o vazio como um amigo bem vindo, ele faz com que o silêncio seja constante internamente e isso ajuda para que eu consiga continuar.

O vazio constante nunca deve ser ignorado, mas às vezes o vazio momentâneo pode se tornar necessário para que você consiga se encontrar no meio de tantos sentimentos.

 

Espero que tenham gostado, curtam e comentem. Se em algum momento precisarem conversar é só falar estarei sempre disponível.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

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Looks: Grammy Awards 2019

No último domingo ocorreu o Grammy Awards, logo tivemos um tapete vermelho repleto dos grandes nomes da indústria musical ao redor do mundo desfilando seu looks excêntricos e que transbordavam suas personalidades. Um fato interessante de se analisar é que é muito mais “comum” que tenha looks doidos no grammy do que em qualquer outra premiação, isso ocorre exatamente por ser uma premiação do mundo da música onde muitos artistas são na verdade personagens que eles criam logo são diferentões em suas escolhas.

No tapete deste ano o que predominou foi o brilho prateado, mas apesar disso tivemos looks masculinos que merecem ser apreciados tanto ou mais que os lindos vestidos e conjuntos que os outros usaram. Sem mais delongas segue abaixo o meus dez escolhidos como mais bem vestidos.

TOP 10:

1- Lady Gaga
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2- Alessia Cara
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3- BTS
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4- Dua Lipa
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5- Shawn Mendes
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6- Miley Cyrus
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7- Alicia Keys
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8- Camila Cabello
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9- Bebe Rexha
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10- Jennifer Lopez
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Espero que tenham gostado, curtam e comentem quais os seus looks preferidos.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

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Grammy Awards 2019

No último domingo, dia 10 de fevereiro ocorreu em Los Angeles mais especificamente no Staples Center a 61 edição do Grammy Awards. O Grammy Awards é uma premiação organizada pela “Academia Nacional de Artes e Ciências de Gravação” ela presenteia anualmente artistas dos mais diversos gêneros músicas pelos seus grandes feitos na indústria musical, sendo também reconhecidos seus produtores, compositores, cantores e todos que compõem a comunidade da indústria musical.

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Nos últimos anos o Grammy havia perdido todo o encanto ao meu ver, afinal anualmente as mesmas pessoas eram indicadas e as mesmas eram premiadas, nada mudava nas apresentações e eles insistiam em não convidar artistas que claramente fazem parte da nova geração de sucesso na indústria música. Mas para a alegria de todos a cerimônia deste ano foi recheada de grandes momentos, uma plateia incrivelmente talentosa, vencedores que mereciam (quase todos) e uma apresentadora com um talento absurdo.

Alicia Keys foi a apresentadora que guiou tudo para que a cerimônia ocorresse na mais perfeita ordem, logo de cara houve discursos da mesma juntamente com Michel Obama, Jenifer Lopez, Lady Gaga e Jada Pinket Smith enaltecendo a importância da música em suas vidas. A partir deste momento começamos a assistir ao espetáculo que incluiu uma homenagem ao ícone Dolly Parton e uma apresentação impecável da diva Diana Ross, além desses ícones atemporais tivemos um marco histórico onde pela primeira vez na história uma cantora latina foi a performance de abertura do prêmio, marco feito pela Camila Cabello.

A lista de apresentações é extensa mais no meio de tantos alguns tiveram a minha atenção redobrada, Camila Cabello com Ricky Martin e J.Balvin, Shawn Mendes e Miley Cyrus, Dan+Shay e Lady Gaga foram os artistas cujas apresentações eu mais gostei. Num balanço geral o Grammy deste ano veio para começar a se redimir sobre as últimas péssimas cerimônias que ofereceu, afinal ao dar espaço para que os astros do kpop o grupo BTS apresentassem uma categoria a premiação conseguiu atrair novos espectadores.

Apesar de ter sido boa ainda houveram polêmicas, ainda houveram injustiças e principalmente houve uma comoção geral da internet sobre Cardi B levar o prêmio de melhor disco de rap, mas é aquilo não dá pra ser tudo bom não é mesmo. Esperamos que o Grammy volte a premiar pessoas que merecem o prêmio, que volte a evoluir e inovar como deve ser.

Segue abaixo a lista de vencedores:

Álbum do Ano:  The Golde Hour – Kacey Musgraves
Gravação do Ano: This is America – Childish Gambino
Canção do ano: This is America – Childish Gambino
Melhor Artista Revelação: Dua Lipa
Melhor Performance Pop Solo: Joanne – Lady Gaga
Melhor Performance Pop em Grupo ou Dupla: Shallow Lady Gaga, Bradley Cooper
Melhor Álbum Pop Vocal: Sweetener – Ariana Grande
Melhor Performance de Rock: When Bad Does Good – Chris Conell
Melhor Canção de Rock: Masseduction – St. Vincent
Melhor Álbum de Rock: From The Fires – Greta Van Fleet
Melhor Álbum de Música Alternatica: Colors – Beck
Melhor Performance de R&B: Best Part – H.E.R, Daniel Caesar
Melhor Canção de R&B: Boo’d Up – Ella Mai
Melhor Álbum de T&B: H.E.R – H.E.R
Melhor Álbum de Música Urbana: Everything is Love – The Carters
Melhor Performance de Rap: King’s Dead – Kendrick Lamar, Jay Rock, Future etc.
Melhor Performance de Rap e Cantada: This is America – Childish Gambino
Melhor Canção de Rap: God’s Plan – Drake
Melhor Álbum de Rap: Invasion of Privacy – Cardi B
Melhor Álbum Falado: Faith – Jummy Carter
Melhor Álbum de Comédia: Equanimity & The Bird Revelation – Dave Chappelle
Melhor Álbum de Trilha Sonora: O Rei do Show
Melhor Trilha Sonora: Pantera Negra
Melhor Canção Escrita para Mídia Visual: Shallow (Nasce Uma Estrela)
Produtor não-clássico do ano: Pharrell Williams
Melhor Videoclipe: This is America – Childish Gambino

Espero que tenham gostado do post, curtam e comentem aqui o que acharam dos vencedores desse ano.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

Publicado em Música

É Clipe ou é cópia?

Há anos os clipes tem sido uma forma de um artista deixar claro que aquela música é seu single comercial, é aquela música que ele escolheu para ser a “cara” de seu álbum e é ela que ele quer que as pessoas que não o conheçam vejam para assim se interessarem em ouvir mais daquilo. No entanto ao longo dos anos isso mudou um pouco, mudou porque existem artistas que usam essa forma para contas a história de seu álbum, como exemplo temos os clipes do Fall Out Boys do álbum “Save Rock and Roll” durante 11 meses eles lançaram 11 clipes para as onze músicas que o álbum contém e cada clipe era a continuação do anterior assim como cada música complementava a outra, contando assim uma história com sua arte.

Mas não são todos os artistas que fazem coisas assim tão incríveis e com uma qualidade extrema, existem também aqueles cantores que as vezes desejam prestar homenagens há outros cantores ou filmes que gostam e acabam fazendo algo que perde a originalidade e vira uma cópia, afinal quem nunca ouviu uma música e imaginou seu clipe para depois se decepcionar com o que o artista lança como clipe?

Abaixo você confere clipes que na verdade são cópias de outras coisas:

Ariana Grande – Thank u, next
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Assim que terminou seu noivado Ariana começou a twettar e divulgar o single que depois revelou ser parte de um novo álbum, não há nenhum problema nisso o problema foi que logo depois a artista começou a postar fotos suas recriando cenas de filmes como “Meninas Malvadas”, “De Repente 30” e “Legalmente Loira”. A música que é claramente sobre a vida de Ariana poderia ter tido um clipe mais realista em sua vida, se a intenção era comparar situações ela poderia ter baseado em fotos de paparazzi durante os relacionamentos e o que eles faziam na mesma, todo o conjunto de ter cenas do filme pareceu mais o sonho de uma adolescente de viver como a personagem do que um clipe profissional.

Anitta feat. Kevinho – Terremoto
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O novo trabalho de Anitta em conjunto com o “menino dos hits” Kevinho tem como intenção ser o hit do carnaval, para isso pediram autorização para refazer o clipe de Sean Paul da música “I’m Still in Love”. A intenção de refazer foi cumprida com êxito já que o clipe ficou idêntico ao original, o problema é que eles poderiam muito bem ter feito algo inspirado no carnaval para que assim a música pudesse já em seu lançamento trazer a alegria e o clima que todos amam no carnaval.

Iggy Azalea feat. Charlie XCX – Fancy
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O clipe de um dos sucessos de Iggy Azalea é nada mais que cenas do filme “Patricinhas de Beverly Hills” onde ela interpreta Cher. Não há como negar que este é um filme atemporal e que quase toda menina já ficou chocada ao ver a tecnologia do closet de Cher em 1995, não há nada de errado em querer e agarrar a oportunidade de ser a sua personagem favorita por um dia, o problema é que Fancy poderia sim ter tido um clipe original e que fosse sua marca e não virasse o clipe que imita o filme.

Iggy Azalea feat. Rita Ora – Black Widow
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Black Widow foi uma parceria esperada na época que foi lançada, o que eu não esperava era que Iggy Azalea iria mais uma vez “se inspirar” em um filme para o clipe com Rita Ora. Neste clipe a inspiração foi o filme Kill Bill de Quentin Tarantino, no clipe ambas tem o papel de assassinas em busca de matar o líder de uma máfia, a música que na minha opinião é até boa poderia ter tido algo original para si.

Jeniffer Lopez – I’m Glad
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O clipe de 2002 é uma versão de JLo sendo a personagem do filme Flash Dance, durante todo o clipe Jennifer Lopez refez cenas do filme que tem a personagem dançando e sendo avaliada por uma banca de professores de dança. A cantora que possui um absurdo talento para a dança teve sucesso em conseguir reencenar a coreografia que todos já viram alguma vez na vida, apesar de não desgostar acredito que a música poderia ter tido sua própria história contada no clipe e não uma nova versão de algo que já existe.


No final a conclusão desse post é que mesmo que seja legal vez essas cenas sendo refeitas cada uma dessas músicas possuem conteúdo para ter um clipe que conte a sua história e não que só refaça algo que todos já viram, seja ele um clipe apenas dançando ou que conta a história de alguém ao longo da música sempre existe uma mensagem a ser passada através dele. Nesses clipes a mensagem é que eles preferiram copiar do que criar algo único e original.

Espero que tenham gostado, curtam e comentem aqui suas opiniões ou outros clipes que sigam esse mesmo estilo de copiar algo já feito.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.

 

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Entrevista com: Maria Fernanda D. Ribeiro

Essa série de entrevistas foi apenas uma ideia durante algumas semanas, faltava-me coragem para abordar as escritoras que eu já queria entrevistar até que eu percebi que o máximo que poderia acontecer era receber um não como resposta, coisa que ainda não aconteceu.

Cada uma das entrevistadas são escritoras que me tem como leitora e admiradora, a de hoje é a Maria Fernanda D. Ribeiro uma escritora de apenas 19 anos que é a autora de uma das minhas séries favoritas e que eu espero um dia ter em minha estante. Ela foi extremamente gentil durante todo o processo desse post e eu não poderia ser mais grata, todas as histórias dela são incríveis e se você ainda não a conhece leia as perguntas abaixo e então tenho certeza que vai querer ler todas as obras dela.

1- Quando foi a primeira vez que você se sentiu uma escritora?
R: A primeira vez que me senti como uma escritora foi a primeira vez que vi um livro meu impresso. Não tinha capa nem nada, era o material de registro, mas enquanto rasurava as folhas eu pensava “Caramba, eu fiz isso. Eu escrevi isso tudo.”

2- Tem costume de criar um roteiro sobre como a história vai se desenvolver ou deixa sua ideia fluir naturalmente?
R: Não só não tenho costume de fazer roteiro, como a única vez que fiz escrevi tudo diferente do roteiro. Pra escrever sento eu e a folha em branco, e os personagens nos meus ombros vão ditando o ritmo. Para não ficar muito desligado da história, sempre releio o anterior antes de começar um novo.

3- Desde o começo de Amor em Jardas você já planejava uma série ou foi algo que surgiu depois?
R: A série Endzone surgiu literalmente aos 45 do segundo tempo (ou seria no último segundo do quarto quarto?). Através do epílogo da Amor em Jardas que eu vi o potencial daquele material para outros personagens, aí escrevi o segundo, e depois de um tempo o terceiro se formou, o que puxou o quarto, que deu margem pro quinto e último livro da série.

4- Em suas histórias existem vários jogadores de futebol americano, qual a sensação de escrever sobre um esporte que não é muito familiarizado em nosso país? Você gosta de assistir aos jogos ou foi algo especialmente para seus personagens?
R: A sensação é estranha e boa. Estranha por não ser algo habitual, não é como o futebol de campo que todo mundo assiste no país fielmente. Boa por dar a oportunidade de mais pessoas conhecerem um esporte diferente, de se apaixonarem por isso e de vê-las vibrando por algo mais.

5- Uma característica sua é fazer crossoves entre suas histórias, mesmo que uma não faça parte da série que a outra faz. Essa interação entre seus personagens faz com que automaticamente um leitor queira ler a história daquele outro personagem, você tinha essa intenção ao fazer isso ou só viu a oportunidade e interligou as histórias?
R: É muito raro eu premeditar o que terá num capítulo, os crossovers são frutos de personagens em ambientes parecidos ou iguais, que eu percebo que se conectam no momento em que escrevo a cena.

6- Dentro de cada uma de suas criações é possível identificar um assunto pouco conhecido ou falado, como o que a Heaven estuda, a Brittany no futebol americano, Elle na astrofísica. Esses são assuntos que você se identifica e deseja que outras pessoas conheçam ou são apenas parte das personagens?
R: Na maioria das vezes são assuntos que eu gosto o bastante para não caber dentro de mim, o que vira uma história. No caso da Heaven, a nanotecnologia é fruto das minhas experiências de vasculhar o mundo, e a condição cardíaca dentro de mim, já que tenho ela; as outras duas personagens estão relacionadas a coisas que aprendi a amar.
Como vivo pesquisando coisas novas, tudo quero apresentar às pessoas, pra mostrar que há mais coisas (boas ou nem tanto, depende da forma como cada um observa) fora das nossas bolhas. Se não sairmos, nunca descobriremos.

7- Alguns de seus livros abordam temas como problemas cardíacos, TEI(Transtorno Explosivo Intermitente), vícios etc. Você costuma pesquisar sobre essas coisas quando constrói a ideia ou só na hora de desenvolver o primeiro capítulo que envolve o tema?
R: Estes são temas que, por serem tão fortes nas histórias, eu pesquiso antes de desenvolver a trama para não acabar colocando algo fora da realidade no decorrer dela. Também são temas bastante delicados, o que exige uma atenção redobrada para não propagar algo que não é verídico, o que ultrapassaria minha intenção de dar voz a questões pouco faladas.

8- A série Endzone possui muito mais de três milhões de leituras juntando todos os livros até o momento, imaginava que obteria esse alcance com suas obras?
R: Nunca! Eu nem pensava que a Amor em Jardas teria uma continuação, que viraria uma série toda. Quando a história foi crescendo eu fiquei bastante assustada. Não era uma história que eu planejava desenvolver no início (de verdade!), por isso ver tudo se tornando algo tão grande está sendo como andar de montanha russa: um monte de emoções e um frio na barriga por enxergar novos horizontes.

9- Como seria pra você ver suas obras se tornarem livros físicos?

R: Pra mim seria como um sonho se tornando real. Fico até emocionada ao pensar nisso, desde que me tornei escritora tenho o desejo de ter algo meu na minha estante. Seria ótimo surtar com os meus leitores também, eles são meus melhores amigos e dar isso a eles é um agradecimento por sempre estarem ao meu lado. Um dia!

10- Qual seu maior objetivo como escritora?
R: Meu maior objetivo como escritora é levar aos meus leitores informações e palavras que os ajudem a seguir em frente, construir um mundo melhor e ser quem eles são com orgulho disso.

                                                                               EXTRAS

-Se tivesse que escolher escrever sobre a história de apenas um casal dentro da série Endzone, qual seria?
R: O casal do quarto livro, a Provocando Amor. Adoro todos, mas esses dois têm algo que me faz reler a história deles mensalmente. Mas se fosse uma decisão real, eu nunca conseguiria decidir, cada história complementa a outra e cada personagem me ajudou a seguir firme da sua maneira.

-Na minha opinião seus livros poderiam ser adaptados para séries ou filmes incríveis. Essa é uma vontade sua?
R: Não só uma vontade como um sonho! Às vezes eu imagino algumas cenas e já fico toda animada – com algo que não é real ainda, imagina se fosse? Se acontecer, serei a primeira a surtar, certamente.


Abaixo vocês encontram todas as obras dela (é só clicar e será direcionado a página). Deem muito amor porque o talento dessa menina é imenso, eu desejo e acredito que um dia vamos ouvir falar desses livros em formas físicas e até adaptados para filmes ou séries porque potencial para isso eles tem de sobra.

 

Série Endzone em ordem:    
1- Amor em Jardas
2- Amor Interceptado
3- Amor Falso
4- Provocando Amor
5*- A Última Jarda

Outras histórias:
– Entre Astros e Estrelas
-* A Verdade Por Trás da Mentira

* As histórias com esse símbolo estão em andamento.
Muito obrigada por participar Maria Fernanda D. Ribeiro.

Espero que tenham gostado, curtam e comentem aqui o que acharam ou se indicam alguém para ser entrevistado.
Vejo vocês no próximo post.
XOXO, Luana.